No quadro jurídico e administrativo europeu e nacional atualmente vigente, as entidades críticas já não podem ser concebidas apenas como organizações que exigem um nível reforçado de segurança, devendo antes ser entendidas como instituições cuja continuidade efetiva, fiabilidade de governação e resiliência…
Ler MaisNo atual panorama institucional e do direito empresarial, o risco, a continuidade e a resiliência não devem ser tratados como elementos separados do léxico da governação, mas como três dimensões estreitamente entrelaçadas de uma mesma questão de direção integrada, que afeta o…
Ler MaisO controlo interno, o enraizamento social e a capacidade local de proteção não devem ser tratados como domínios de política separados nem como preferências autónomas de governação, mas sim como condições estreitamente interdependentes da credibilidade, da sustentabilidade e da eficácia prática de…
Ler MaisA governação da integridade nas estruturas económicas, nos fluxos financeiros e nas dependências de cadeia deve ser abordada como uma questão fundamental de ordenação económica, controlo institucional e delimitação normativa, num contexto em que os contornos formais do direito, do mercado e…
Ler MaisDireção pública, coesão nacional e alinhamento internacional num ambiente de ameaças interconectadas
Num ambiente de ameaças interconectadas, a proteção efetiva do Estado de direito, da integridade do mercado, da continuidade económica, da estabilidade social e da segurança pública já não pode ser entendida como o produto de domínios de política pública que operam separadamente,…
Ler MaisA direção da integridade em condições de confiança, perturbação e incerteza fundamental deve ser concebida como uma tarefa central de governação e de natureza normativa, que se desenvolve num ambiente em que os pressupostos básicos de continuidade, cognoscibilidade e estabilidade institucional já…
Ler MaisNo contexto institucional e económico atual, a transição não opera nem como um dossiê autónomo de política pública, nem como uma sequência delimitada de reformas, nem sequer como um mero desenvolvimento contextual perante o qual as formas existentes de supervisão, governação e…
Ler MaisA economia de transição deve ser entendida, no seu núcleo essencial, como uma reordenação fundamental do ambiente económico e institucional no qual o capital, a produção, a tecnologia, o trabalho, os dados, a energia, a logística e as dependências geopolíticas entraram simultaneamente…
Ler MaisA governança da integridade não pode ser compreendida de forma convincente como um conjunto limitado de medidas de controlo, mecanismos de deteção ou obrigações de conformidade que operam apenas nas margens de uma organização ou de um sistema financeiro. Uma redução dessa…
Ler MaisO reposicionamento da governação da integridade num panorama de risco estruturalmente em transformação já não pode ser descrito de forma convincente como um ajustamento limitado no interior do domínio clássico da conformidade normativa, do controlo interno ou da revisão jurídica. Uma leitura…
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